A reestruturação Financeiro e Económica da UE e Portugal o seu motor
Date
2011-11-18
Embargo
Authors
Advisor
Coadvisor
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
A UE necessita urgentemente de consolidar o seu sistema fi nanceiro, para poder isolar-se
ou impor-se ao sistema fi nanceiro internacional. Como funciona o Sistema Financeiro
Internacional? Como aparece o “dinheiro”? Como circula? A queda do referencial estruturante
dos Sistemas Financeiros – O Risco Referência – associado às dívidas soberanas,
é a pior referência. A crise Europeia, os juros altos do BCE/FEE e o temido FMI com
os juros mais baixos. Porquê? O infernal ciclo - aumento de juros por aumento de risco
de incumprimento, incremental foco fi nanceiro secundarizando as condições económicas,
aumento de medidas de austeridade para cumprimento, arrefecimento económico pela
contracção das medidas, mais transferências e dependentes do Estado, menor encaixe via
impostos, maior difi culdade em cumprimento, aumento do risco de incumprimento, e –
aumento dos juros por aumento do risco de incumprimento. Eventualmente lá se considera
uma renegociação. O ciclo que é a nova Tragédia Grega. Portugal vai cair no mesmo ciclo.
Mas partirmos de uma base mais restritiva que a imposta pela Troika, legitima-nos a liderarmos
o processo de pormos a UE a repensar-se. O Desafi o - Constituição de um FME,
implementação dos Euro-bonds, sindicalização dos membros UE que são do FMI e forçar
este a activar os DSEs (Direitos de Saque Especiais) sendo todos exercidos pelo BCE
em nome da UEM e usados pelos países em crise sem acréscimos de encargos, emissão
imediata de moeda, aumentando a liquidez no Sistema Financeiro Europeu, fomentar a
depreciação do Euro, o que ajuda as exportações, evitar a “exportação das crises” e o spillover
para a Hot-Banana. Os contribuintes líquidos não podem entrar em crise. Economicamente
Portugal deve continuar com conversões sectoriais profundas tendo um novo perfi l
económico em 2020. O Investimento deve acompanhar o desenvolvimento da população
que temos. A UE deu um passo para trás, nós teremos a legitimidade, infelizmente, de a
fazer dar dois passos à frente.
Keywords
Sistema Financeiro, Grécia, Portugal, UE, FEE, BCE, FMI
Document Type
Journal article
Publisher Version
Dataset
Citation
Identifiers
TID
Designation
Access Type
Open Access