Prometeu como destino. O humanismo democrático no pensamento de Luís Moita

Date

2023

Embargo

Advisor

Coadvisor

Journal Title

Journal ISSN

Volume Title

Publisher

OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
Language
Portuguese

Research Projects

Organizational Units

Journal Issue

Alternative Title

Abstract

Prometeu, esse descendente de Titãs alegoricamente evocado por Luís Moita na sua obra, ousou, com argila e água, a criação do Homem à imagem dos Deuses, para que ele reinasse na Terra, destronando-os. Mesmo terminando em pesado castigo, o mito permaneceria como símbolo de enaltecimento Humano mas também da coragem que significou escolher esse ser eternamente incompleto, imperfeito e contraditório para centro de significação. A História parece ter seguido os Deuses clássicos: com a modernidade, o Homem tornar-se-ia na razão da sua própria existência, o seu próprio húmus, para seguirmos a raiz etimológica da palavra que remete para a massa húmida e orgânica, geradora de vida e de criação. O humanismo nisso se centrou. Os renascentistas tentaram redefini-lo como reinterpretação de valores greco-romanos (mais gregos do que romanos, a seguirmos a convicção de Sophia de Mello Breyner), de espírito individualista e crítico, numa transição de fundamentações religiosas para seculares.

Keywords

Relações Internacionais, Humanismo, Humanismo democrático, Conceito de Relação, Prometeu

Document Type

Book part

Dataset

Citation

Identifiers

TID

Designation

Access Type

Open Access

Sponsorship

Description