EUA e UE – estratégias diferentes na “guerra contra o terrorismo”

dc.contributor.authorTomé, Luis
dc.date.accessioned2015-11-20T15:49:01Z
dc.date.available2015-11-20T15:49:01Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractA partir dos atentados do 11 de Setembro, os governos dos EUA e União Europeia, as Nações Unidas e outras organizações internacionais e Estados declararam a “guerra contra o terror” com a adopção de novas estratégias, a implementação de novos instrumentos jurídicos e financeiros e novas doutrinas militares. Todos referem a necessidade de prevenir e “antecipar” os ataques e controlar o tráfico de materiais susceptíveis de produzir armas nucleares, químicas e biobacteriológicas. Serviços de intelligence, vigilância, controle, prevenção, cooperação internacional e acção colectiva são, por isso, vitais. Todos reconhecem também que a “guerra contra o terror” implica uma vasta gama de actividades: diplomacia, pressão política, medidas económico-financeiras, auxílio ao desenvolvimento, sendo as acções militares e secretas uma opção.por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1933
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_4_1_10.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleEUA e UE – estratégias diferentes na “guerra contra o terrorismo”por
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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