A instabilidade endógena da economia: crítica ao modelo neoclássico

dc.contributor.authorDonário, Arlindo Alegre
dc.contributor.authorSantos, Ricardo Borges dos
dc.date.accessioned2017-08-02T15:02:11Z
dc.date.available2017-08-02T15:02:11Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractSegundo a teoria neoclássica, em qualquer mercado o preço de um bem é assumido como ajustando-se até que a quantidade oferecida iguale a quantidade procurada. Tendo em conta o modelo de equilíbrio geral de Walras – modelo que foi desenvolvido por León Walras (1834-1910) e que foi aprofundado por Kenneth Arrow e Gerard Debreu (Arrow; Debreu, 1954)- é suposto que haverá um equilíbrio simultâneo em todos os mercados, significando que os preços levarão a que a oferta seja igual à procura simultaneamente em todos os mercados, como consequência da não intervenção do Estado, traduzindo a aplicação da célebre metáfora da mão invisível de Adam Smith, o que levaria à eficiência paretiana ou ótimo de Pareto, desde que se verificassem determinados pressupostos. Como é dominantemente entendida a metáfora da mão invisível, as ações dos indivíduos seriam dirigidas ao seu interesse pessoal o que levaria à afetação ótima dos recursos tanto individual comosocialmente.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/3155
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherUniversidade Autónoma de Lisboa. CARS – Centro de Análise Económica de Regulação Socialpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectEconomiapor
dc.subjectTeoria neoclássicapor
dc.titleA instabilidade endógena da economia: crítica ao modelo neoclássicopor
dc.typeworking paperpor
dspace.entity.typePublicationen

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