A querela entre cultura e civilização

dc.contributor.authorMendes, João Maria
dc.date.accessioned2015-06-08T09:39:37Z
dc.date.available2015-06-08T09:39:37Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractEm 1914, Thomas Mann, que sempre se considerou um burguês de cultura» e quis fazer da sua vida uma «imitação de Goethe», escrevia na Neue Rundschau um texto que hoje lemos à luz da sua propensão para ser «demasiado alemão»: «Civilização e cultura são contrários, constituem uma das diversas manifestações da eterna contradição cósmica e do jogo oposto do Espírito e da Natureza. Ninguém contestará que o México tinha uma cultura no tempo da sua descoberta, mas ninguém pretenderá que era civilizado. A cultura não é, decerto, o oposto da barbárie. Muitas vezes, pelo contrário, ela não é senão uma selvajaria em grande estilo; entre os povos da Antiguidade, talvez os únicos civilizados fossem os Chineses.por
dc.identifier.isbn978-989-619-176-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1159
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2009/2009_3_1_2.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectSociedadepor
dc.titleA querela entre cultura e civilizaçãopor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2009: Aliança de civilizações: um caminho possível ?por
dspace.entity.typePublicationen

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