Portugal e os fluxos internacionais de investimento directo

dc.contributor.authorSimões, Vítor Corado
dc.date.accessioned2015-11-24T17:49:58Z
dc.date.available2015-11-24T17:49:58Z
dc.date.issued2000
dc.description.abstractEm 1996, pela primeira vez no pós-guerra, o investimento directo português no estrangeiro (IDPE) ultrapassou, em termos de valores líquidos, o investimento directo estrangeiro em Portugal (IDEP): 118 contra 109 milhões de contos. Os elementos provisórios relativos a 1998 indicam que o IDPE correspondeu a cerca de 2,8 vezes o IDEP. Parece, assim, estarmos a assistir a uma transição histórica na economia portuguesa: de tradicional receptor de capitais, Portugal está a transformar-se numa economia onde os fluxos de saída de investimentos directos começam a ultrapassar os de entrada. Embora a relação observada em 1998 possa ser considerada excepcional, não há dúvida de que muitas empresas portuguesas estão apostadas em projectos de internacionalização, respondendo aos desafios de uma economia mundial cada vez mais globalizada.por
dc.identifier.isbn972-8179-30-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2057
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1999_2000/1999_2000_1_45.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titlePortugal e os fluxos internacionais de investimento directopor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 1999-2000 - Dinâmicas e tendências das relações externaspor
dspace.entity.typePublicationen

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