A união de facto e a sua proteção jurídica: paralelismo entre o direito português e angolano, existe?
| dc.contributor.advisor | Ventura, André | |
| dc.contributor.author | Costa, Edmara de Fátima David Bravo da | |
| dc.date.accessioned | 2014-06-25T15:32:22Z | |
| dc.date.available | 2014-06-25T15:32:22Z | |
| dc.date.issued | 2014-06-02 | |
| dc.description.abstract | O objetivo do presente trabalho é analisar a união de facto nos ordenamentos jurídicos português e angolano, atendendo em geral à sua proteção jurídica. Procuraremos entender o motivo pelo qual aquele instituto tem mais relevo no sistema angolano, do que no sistema português. Como tal, propusemo-nos somente tentar perceber quais as convições e princípios sociais e políticos que motivam os ordenamentos em estudo, para caraterizarem-na, e, ou, contemplá-la de forma distinta. A união de facto já foi considerada como uma convivência imoral em tempos remotos e constituía crime punível com pena de morte, açoite público e desterro.1 Mas atualmente converteu-se num fenómeno de massas. Veja-se que em Angola, há muito mais pessoas em união de facto do que casadas, por questões de cultura, de tradição e de inexistência do registo civil necessários à legalização ou ainda, por razões económicas. Embora não seja assim em Portugal, este fenómeno da união de facto tornou-se socialmente mais visível nos últimos anos. O casamento não pára de diminuir, o número de divórcios aumenta bem como os casamentos religiosos diminuem; com a vulgarização e a aceitação social das uniões de facto, estas vêm a desempenhar a maioria das funções sociais do casamento, como a procriação. Todavia, Portugal é um país católico, o que torna a sua tradição influenciada pela moral desta religião no que respeita à família tipicamente tradicional. Como conclusão, poderá verificar-se que quando as sociedades são diferentes necessariamente darão soluções diferentes a problemas do mesmo cariz. Até porque in casu, as motivações de uma união de facto em países da Europa Ocidental são diferentes das dos países africanos e dos ibero-americanos. Daí que as reações jurídicas sejam diferentes. | por |
| dc.identifier.tid | 201245507 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/407 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.subject | União de facto | por |
| dc.subject | Reconhecimento | por |
| dc.subject | Relação jurídica Familiar | por |
| dc.title | A união de facto e a sua proteção jurídica: paralelismo entre o direito português e angolano, existe? | por |
| dc.type | master thesis | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
| thesis.degree.name | Mestrado em Direito. Ciências Jurídicas |
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