A internacionalização dos sindicatos: os actores e as práticas
| dc.contributor.author | Costa, Hermes | |
| dc.date.accessioned | 2015-07-07T14:52:51Z | |
| dc.date.available | 2015-07-07T14:52:51Z | |
| dc.date.issued | 2008 | |
| dc.description.abstract | No célebre Manifesto do Partido Comunista (1848), Marx e Engels afirmavam que numa revolução comunista “os proletários nada têm a perder, a não ser as suas grilhetas. Têm um mundo a ganhar. Proletários de todos os países, uni-vos!”. Por seu lado, no final do século XX, Lane Kirkland (presidente da central sindical americana AFL-CIO entre 1979-1995), afirmava: “não podes ser um sindicalista a menos que sejas um internacionalista. Não podes ser um verdadeiro sindicalista a menos que tenhas consciência que as condições de pobreza em qualquer parte do mundo constituem uma ameaça às boas condições e aos bons padrões em qualquer parte do mundo”. Proferidas com 150 anos de intervalo, em quadrantes geográficos distintos e apoiadas em referenciais ideológicos não propriamente coincidentes, aquelas afirmações convergiam, no entanto, para uma das ambições fundadoras do sindicalismo: a ambição de internacionalização. De par com as ambições de emancipação da classe operária e de homogeneização do proletariado, a internacionalização dos sindicatos emergiu no século XIX e chegou ao século XXI sem ter podido cantar a vitória que pretendia. | por |
| dc.identifier.isbn | 978-989-619-135-1 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/1403 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa | por |
| dc.relation.publisherversion | http://janusonline.pt/2008/2008_4_4_6.html | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.title | A internacionalização dos sindicatos: os actores e as práticas | por |
| dc.type | journal article | por |
| degois.publication.title | JANUS 2008 - O que está a mudar no trabalho humano | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1