Portugal e a NATO

dc.contributor.authorNarciso, Raimundo
dc.date.accessioned2015-12-29T15:33:36Z
dc.date.available2015-12-29T15:33:36Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractA desagregação dos regimes comunistas da Europa processou-se de forma tão rápida e surpreendente que deu origem, entre os membros da NATO, a um período de incertezas e reavaliações sobre o futuro da organização. Tendo sido criada fundamentalmente para enfrentar a "ameaça comunista" na Europa, alguns meios europeus menos conformados com a "tutela" norte-americana admitiram que, na nova situação, não só a presença de tropas norte-americanas na Europa, como a própria organização militar, teriam perdido a razão de existir. Vista da América, em 1995, a situação apresenta-se clara. No início desse ano Richard Holbrooke, o subsecretário de Estado para a Europa, da administração Clinton, explicava a importância que os EUA atribuíam ao laço transatlântico. Dava como exemplo disso as quatro visitas do Presidente, no ano anterior, à Europa e revelava que "os EUA tornaram-se numa potência europeia", devendo por tal entender-se que os seus interesses na Europa vão muito para além das garantias habituais dadas pela América na esfera da segurança.por
dc.identifier.isbn972-8129-27-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2310
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1998fa/1998fa_3_2.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titlePortugal e a NATOpor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 1998: suplemento: as Forças Armadas Portuguesaspor
dspace.entity.typePublicationen

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