Património subaquático: “Quando o mar se torna transparente”

dc.contributor.authorMartins, Adolfo Silveira
dc.date.accessioned2015-12-29T16:35:20Z
dc.date.available2015-12-29T16:35:20Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractOs portugueses, através da sua experiência de mar, de conhecimento secular, empreendem progressivamente a partir de D. João I a habilidade da navegação num mar largo. À Europa, que tão bem conhecia um Atlântico costeiro e um Mediterrâneo bonançoso, perspectivava-se a curto prazo não só o conhecimento de outros continentes como a primeira noção da globalidade do mundo. Portugal começou por estabelecer a ligação entre o Mediterrâneo ocidental e o Atlântico que progressivamente se vai abrindo a todos os oceanos pela conjugação do empenho das nações ibéricas. Com D. João II chega-se ao Atlântico Sul, com D. Manuel abrem-se as portas do Índico, com os Reis Católicos o Novo Mundo.por
dc.identifier.isbn972-8179-22-7
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2344
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1998/1998_6_11.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titlePatrimónio subaquático: “Quando o mar se torna transparente”por
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 1998 - Relações com as grandes regiões do mundopor
dspace.entity.typePublicationen

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