Ciência global?

dc.contributor.authorAbreu, Armando Trigo de
dc.date.accessioned2015-11-27T18:01:48Z
dc.date.available2015-11-27T18:01:48Z
dc.date.issued2000
dc.description.abstractNo fim do séc. XX, poucas actividades podem reclamar um passado de universalidade tão longo e tão paradigmático como a ciência. Se eliminarmos ocasionais e limitados acessos de nacionalismo ou ideologismo mais destemperado que levaram à procura da ciência proletária ou da filosofia portuguesa, a história da ciência é uma história comum. Portugal está excepcionalmente bem situado para compreender esta característica da ciência universal. Três exemplos, apenas, podem ilustrar esta condição: o cruzamento de conhecimentos entre a Europa e o Mundo Árabe, para sempre ilustrado por Marguerite Yourcenar, em que Portugal assume um papel importante; a acumulação de saberes na cartografia, astronomia e práticas de navegação que precedeu e fundou a "gesta dos Descobrimentos"; a integração dos cientistas e professores universitários expulsos por Salazar das instituições portuguesas que prosseguiram o seu trabalho no Brasil, em França, na Argentina, etc.por
dc.identifier.isbn972-8179-30-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2145
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1999_2000/1999_2000_3_3_21.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleCiência global?por
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 1999-2000 - Dinâmicas e tendências das relações externaspor
dspace.entity.typePublicationen

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