O ius e a magistratura de Roma

dc.contributor.advisorPinto, Eduardo Vera-Cruz
dc.contributor.authorSilva, Luis Filipe De Melo e
dc.date.accessioned2023-04-11T11:05:06Z
dc.date.available2023-04-11T11:05:06Z
dc.date.issued2008
dc.description.abstractApesar do título, este trabalho não visa o tratamento do “ius” como objecto, pelo menos na definição de Celsus, dada a conhecer através de Ulpiano, “ius est ars boni et aequi”, ou daquele filósofo da moral e do direito, um político e um orador – não propriamente um jurisconsulto – que foi Cícero, “ius … est aequitas constituta”. É verdade notória, e por isso não necessita de alegação, que no título deste trabalho consta, além do mais, “… ius … “ porém vamos tratá-lo ou relacioná-lo com um significado que CASTRO MENDES considerava aberrante “ius … local onde o magistrado instalava o seu tribunal”. 1 Versarei sobre o tribunal, no que tem de mais solene, que é julgar, e de mais nobre, que é sentenciar, precisamente no espaço que lhe está reservado, ou seja “ius” em fase “in iure”, partindo de Roma para assistir a um julgamento na Judeia, mais precisamente em Jerusalém. Local no qual da máxima do Digesto “jurisprudentia est divinarum atque humanarum rerun notitia, justi atque injusti scientia”, apenas foi observada a parte final.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/6321
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewednopt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.subjectDireito romanopt_PT
dc.subjectIUSpt_PT
dc.subjectMagistraturapt_PT
dc.subjectRomapt_PT
dc.titleO ius e a magistratura de Romapt_PT
dc.typereportpt_PT
degois.publication.locationLisboapt_PT
dspace.entity.typePublicationen

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O ius e a magistratura de Roma.versão apresentada.pdf
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