A posição portuguesa no debate constituinte europeu

dc.contributor.authorMendes, João Maria
dc.date.accessioned2015-11-23T14:56:11Z
dc.date.available2015-11-23T14:56:11Z
dc.date.issued2002
dc.description.abstractAo reler-se o discurso da tomada de posse do Presidente Jorge Sampaio, a 9 deMarço de 2001, fica-se com a sensação de que as preocupações do Estado em matériade acção externa se centram na defesa do lugar e do papel de Portugal na Europapós-Nice. Entre os cinco desafios a que, na leitura do Presidente, o País temde fazer face, o “lugar de Portugal na Europa depois de Nice” ocupa a segundaposição, logo após o crescimento económico e em estreita articulação com este,visto que também o crescimento económico é analisado à luz da imperativa “convergênciareal com os padrões europeus”. A presença e intervenção portuguesa em outroscenários do mundo só merece uma referência genérica, e de novo vista atravésda posição portuguesa na UE: “...a nossa posição na União será sempre valorizadapelo reforço das alianças e da cooperação externa do País com o resto do mundo”.por
dc.identifier.isbn972-8179-42-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1955
dc.language.isopor
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dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://www.janusonline.pt/arquivo/2002/2002_3_2_11.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA posição portuguesa no debate constituinte europeupor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2002: A politica externa portuguesapor
dspace.entity.typePublicationen

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