A UNESCO e o primado culturalista do diálogo de civilizações

dc.contributor.authorAmorim, Fernando
dc.date.accessioned2015-06-08T09:34:55Z
dc.date.available2015-06-08T09:34:55Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractO dealbar do século XXI trouxe consigo a percepção, em muitos casos consciente, noutros apenas pressentida, do fim do mito dos Estados-Nação perfeitos, com a consequente emergência de movimentos colectivos de reacção às tendências centrípetas, unificadoras e uniformadoras daqueles. A consciência do Nós e do Outro civilizacional, que tradicionalmente marcava a fronteira não apenas geográfica mas também identitária, histórica e cultural de um país que se buscava consagrar como Estado-Nação, justaposto a uma particular comunidade histórica de cultura , deu lugar a uma outra percepção de que, num mundo cada vez mais global, as fronteiras tendem a diluir-se, assistindo-se a uma verdadeira evasão vertical de especificidades históricas, culturais, religiosas, linguísticas e mesmo políticas.por
dc.identifier.isbn978-989-619-176-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1148
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2009/2009_3_1_8.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectSociedadepor
dc.titleA UNESCO e o primado culturalista do diálogo de civilizaçõespor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2009: Aliança de civilizações: um caminho possível ?por
dspace.entity.typePublicationen

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