PCSD – Política Comum de Segurança e Defesa: ‘Europa a várias velocidades’ e/ou em desaceleração?
Date
2016
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Publisher
OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
O projecto monnetiano nasceu para dar resposta
a uma preocupação securitária vestefaliana
– a prevenção da conflitualidade entre Estados
europeus – com recurso a um meio pós-vestefaliano,
não securitário (integração económica).
A “comunidade de segurança”1
, que torna tangí-
veis a garantia e a previsibilidade de os Estados
membros não utilizarem a força militar para
resolver os seus litígios, consolidou-se ao longo do
tempo, sem contudo dela resultar a integração na
área da segurança e defesa.
O sucesso da Comunidade Europeia do Carvão
e do Aço, instituída pelo Tratado de Paris (1951),
criou o élan para a França avançar com um projeto
de integração do domínio da defesa, sob a forma
de exército europeu integrado, subordinado a um
comando comum. Rejeitado pelo Parlamento
francês, o plano Pléven, apresentado em 1953,
não sucedeu na criação de uma Comunidade
Europeia de Defesa (CED). O fracasso tornou
o tema tabu na narrativa oficial, e foi necessário
o fim da Guerra Fria para que ele retornasse
à agenda europeia.
Keywords
Política europeia, Segurança, Defesa
Document Type
Journal article
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TID
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Access Type
Open Access