Capitais europeias da cultura: um balanço

dc.contributor.authorCarmo, Teresa Maia e
dc.date.accessioned2015-11-02T15:52:16Z
dc.date.available2015-11-02T15:52:16Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstracterto do fim dos seus dias, visionário como sempre, Jean Monnet terá dito: “Se fosse precisorecomeçar tudo de novo, entãoseria pela cultura que teríamosde começar”... A frase é citada por Rudy Demotte, presidente em exercício do Conselho de Ministros da Cultura, na abertura do Fórum sobre a Cooperação Cultural na Europa, em Novembro de 2001. Uma declaração que começava com um eloquente: “A realidade... ei-la: o rei vai nu”. Demotte, um dos homens que mais ardentemente se bateram para que a cultura estivesse no centro do debate europeu, sabe do que fala. Mas como em tantos outros aspectos da construção europeia, é conveniente começar pelas boas ideias de partida e analisar os seus percursos de embate contra uma realidade sempre resistente para se compreender como se chega aqui, a este paradoxal estado de euroapatia.por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1906
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_3_21.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleCapitais europeias da cultura: um balançopor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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