A rede de Embaixadas e Consulados

dc.contributor.authorAmorim, Fernando
dc.date.accessioned2015-11-24T10:04:43Z
dc.date.available2015-11-24T10:04:43Z
dc.date.issued2002
dc.description.abstractDesde finais do séc. XIV, com os Descobrimentos portugueses e a abertura do Mundo,assistiu-se em Portugal à construção de uma vasta rede de contactos político-diplomáticos,embora não existisse na época um corpo de funcionários adstritos à diplomacia.As missões diplomáticas, constituídas por nobres, prelados e doutores, eram decarácter itinerante e as regras de direito diplomático imprecisas, apesar daimportância atribuída às complicadas questões de protocolo, como o testemunhao estabelecimento por Afonso V (Janeiro de 1471) dos “dytados em lynguosagem”que se haveria de usar na correspondência com os soberanos e príncipes estrangeiros,a ordem de precedência que seria dada aos respectivos embaixadores, e o estabelecimentode ordenados, corregimentos e mantimentos (fixados por regimento de Setembrode 1473) aos embaixadores e pessoas que por ele fossem enviados “fora de seusReinos, com embaixadas ou recados”.por
dc.identifier.isbn972-8179-42-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2002
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2002/2002_3_3_1.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA rede de Embaixadas e Consuladospor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2002: A politica externa portuguesapor
dspace.entity.typePublicationen

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