Áfricas invisíveis e os seus “descobrimentos”

dc.contributor.authorPatraquim, Luís Carlos
dc.date.accessioned2015-06-03T16:39:39Z
dc.date.available2015-06-03T16:39:39Z
dc.date.issued2010
dc.description.abstractAdis Abeba, Agosto de 2009, sede da UA (União Africana). O Conselho de Ministros, reunido na capital etíope, exige que o mundo desenvolvido recompense o continente com uma verba de 47 mil milhões de euros a partir do ano de 2020. Motivo: os prejuízos decorrentes das alterações climáticas que afectarão a maioria dos países do continente, calculados em 90% da factura total da dimensão dos estragos previstos. África antecipa-se, percebe que é uma espécie de terceira excluída no cálculo e nos compromissos pós-Quioto, pragmaticamente apresenta o seu “número” no jogo complexo do mercado das emissões de carbono. Na luta entre elefantes, para citar um provérbio, sabe que será o capim e, à boa maneira dos gestos defensivos automáticos, tenta prevenir-se. Mas não só de atitudes reactivas se vive no continente “misterioso”, passe o chavão eurocentrista.por
dc.identifier.isbn978-989-619-202-0
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1085
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/popups2010/2010_3_5_9.pdfpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleÁfricas invisíveis e os seus “descobrimentos”por
dc.typejournal articlepor
degois.publication.firstPage196por
degois.publication.lastPage197por
degois.publication.titleJANUS 2009 - Aliança de Civilizações: um caminho possível?por
dspace.entity.typePublicationen

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