Armas de destruição maciça: a espada de Dâmocles

dc.contributor.authorCouto, Abel Cabral
dc.date.accessioned2015-12-28T12:13:43Z
dc.date.available2015-12-28T12:13:43Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractDurante a Guerra Fria, a lógica do "equilíbrio do terror" com vista à dissuasão recíproca entre as duas superpotências conjugada, por um lado, com a dinâmica dos processos de acção e reacção resultantes do clima de suspeição mútua e, por outro lado, com uma estratégia americana de desgaste económico do adversário, através da corrida aos armamentos, e dos interesses, a Leste e a Oeste, dos complexos industriais-militares, resultaram na criação de arsenais nucleares monstruosos pelas duas superpotências. No mesmo período, a França, o Reino Unido e a China, de forma declarada, e Israel, a Índia, o Paquistão e a África do Sul, de modo clandestino, tornaram-se potências nucleares, embora com sistemas qualitativa e quantitativamente muito inferiores aos das superpotências.por
dc.identifier.isbn972-8129-27-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2270
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleArmas de destruição maciça: a espada de Dâmoclespor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 1998: suplemento: as Forças Armadas Portuguesaspor
dspace.entity.typePublicationen

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