Da decisão política ao teatro de operações

dc.contributor.authorDuque, José Jorge
dc.date.accessioned2015-11-23T17:18:41Z
dc.date.available2015-11-23T17:18:41Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractA maioria das missões de paz em que Portugal participou teve por base resoluções do Conselho de Segurança da ONU. No sistema de direito internacional tradicional, estas resoluções constituem a base inquestionável de legitimidade das missões de manutenção e imposição de paz. Este princípio tem sido questionado recentemente, em nome de políticas unilateralistas e teorias não restritivas de guerra preventiva. Algumas das missões de paz são assumidas e comandadas pela ONU. Neste caso elas são financiadas pela organização, que suporta as despesas de pessoal (apenas o suplemento de missão que cada homem recebe além do vencimento), a amortização do equipamento, os transportes para o teatro de operações (TO) e de regresso, parte da sustentação e, evidentemente, os custos de operação. Outras missões são cometidas pela ONU a organizações internacionais ou regionais de segurança, por exemplo a OTAN, ou a coligações internacionais.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1990
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_4_3_3.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleDa decisão política ao teatro de operaçõespor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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