As delegações ICEP e API na diplomacia económica

dc.contributor.authorMorais, Henrique
dc.date.accessioned2015-07-13T15:56:48Z
dc.date.available2015-07-13T15:56:48Z
dc.date.issued2006
dc.description.abstractNo texto anterior pretendeu-se evidenciar a lógica de funcionamento das embaixadas anterior ao modelo de diplomacia económica esboçado recentemente. Face àquele enquadramento, a promoção externa do comércio, do turismo e do investimento foi sendo assegurada ao longo dos anos pelo ICEP, regra geral a partir da participação em feiras internacionais naquelas áreas e da criação de programas específicos de apoio à internacionalização, como, – só para citar algumas das iniciativas mais recentes –, os programas Mais Quota Internacional e Marcas Portuguesas de Comércio. De permeio surgiram algumas iniciativas que envolveram outras instituições, designadamente o Núcleo Empresarial de Promoção Externa, criado em 2003 a partir de uma parceria entre o ICEP, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) e a Associação Industrial Portuguesa (AIP), com o objectivo prioritário de promover o aumento das exportações nacionais.por
dc.identifier.isbn989-619-020-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1467
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2006/2006_3_2_7.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleAs delegações ICEP e API na diplomacia económicapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2006: A nova diplomaciapor
dspace.entity.typePublicationen

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