Desconstrução do limiar: a arquitectura de transição
| dc.contributor.advisor | Lobo, Inês | |
| dc.contributor.advisor | Vaz, João | |
| dc.contributor.advisor | Moreno, Joaquim | |
| dc.contributor.author | Fonseca, Fábio da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2014-02-21T11:06:41Z | |
| dc.date.available | 2014-02-21T11:06:41Z | |
| dc.date.issued | 2013-12-18 | |
| dc.description.abstract | Localizado em Lisboa, Monsanto apresenta-se como uma paisagem artificial resultante de um planeamento. Pré-concebido e pensado para albergar uma complexa estrutura arborizada, será agora o objecto de estudo desta dissertação. Monsanto, que antes era um território de carácter agrícola com forte relação com Lisboa, perde hoje essa característica dando lugar a uma tensão urbanística desregulada, sentida sobretudo nos seus limites periféricos. Consolida-se através de uma referência: o plano do arquitecto Keil do Amaral, da década de quarenta, resultado de uma tentativa de requalificação territorial e importação do conceito Park way, à imagem dos parques europeus da época. Nesta dissertação pretende-se reflectir sobre as diversas condições espaciais de limite, transição e vazio. As premissas inerentes à nossa investigação pretendem responder a problemas de génese social e territorial. O limite como linha imaterial possibilita uma transformação na percepção espacial. A leitura do território de Monsanto passa por esta ideia de que uma simples modificação ou estratégia arquitectónica pode mudar por completo a mentalidade da massa face a este território. As peças arquitectónicas propostas visam demonstrar a forma como se soluciona o processo de transição espacial entre os edifícios e a cidade, criando uma nova transparência espacial a esta paisagem artificial. Estas peças arquitectónicas formam-se a partir de um programa especifico, sendo elas o centro de investigação, o espaço de performance exterior e a peça de produção teatral suprema, a black-box. A base constituinte e fulcral desta arquitectura assenta nos mesmos princípios que encontramos na arquitectura conventual. O uso do espaço vazio surge-nos como uma oportunidade de gerar espaço arquitectónico. Tirando partido das novas condições territoriais definidas por estas peças arquitectónicas, procuramos dar um novo sentido a este território, tornando-o um espaço identitário. | por |
| dc.identifier.tid | 201246562 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/310 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.subject | Limite | por |
| dc.subject | Transição | por |
| dc.subject | Teatro | por |
| dc.subject | Claustro | por |
| dc.title | Desconstrução do limiar: a arquitectura de transição | por |
| dc.type | master thesis | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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