Catarina Gomes: “O jornalismo pode ser um norte na selva de informação”
Date
2021
Embargo
2023-01-15
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Coadvisor
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Publisher
NIP-C@M - Núcleo de Investigação em Práticas & Competências Mediáticas. Departamento de Ciências da Comunicação . Universidade Autónoma de Lisboa
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
Jornalista na redação do Público durante quase 20 anos,
Catarina Gomes decidiu distender as histórias que encontrou
nos dias velozes da reportagem, suspender o tempo e eterninálas nas páginas de livros. Não foi e não é um processo fácil. Exige
curiosidade inesgotável pelo mundo e pelo outro, determinação,
tempo e investimento financeiro de que o jornalismo de
imprensa português parece já não dispor.
Sem perder o sentido jornalístico que a orientou e transformou
na jornalista premiada que é hoje, volvidas duas décadas de
exercício profissional, Catarina Gomes deixa-se levar pela
curiosidade que lhe incita cada história e a vida das pessoas que
a reportagem é obrigada a condensar. As grandes reportagens
“Quem é o filho que António ganhou na Guerra” e “Filhos do
Vento”, de 2013, que levaram ao livro Furriel Não é Nome de
Pai, publicado em 2018, pela Tinta-da-China, valeram-lhe os
prémios Gazeta, na categoria Multimédia, AMI - Jornalismo
Contra a Indiferença, o Prémio Literário Orlando Gonçalves e
ainda a distinção Internacional de Jornalismo Rei de Espanha.
Uma das peças foi, inclusive, finalista do Prémio Gabriel García
Márquez.
Keywords
Comunicação, Jornalismo, Cultura
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Open Access