No contexto português pode o 5G ser substituto do sistema Tetra?

dc.contributor.advisorSilva, Mário Marques da
dc.contributor.authorPinto , Ulisses Manuel Gonçalves
dc.date.accessioned2024-01-04T16:08:41Z
dc.date.available2024-01-04T16:08:41Z
dc.date.issued2023-11-16
dc.description.abstractHodiernamente, muito se tem debatido no espaço público a propósito da rede de emergência nacional, denominada de Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP). No entanto, duas questões se colocam: pode o SIRESP ser melhorado? Deve o SIRESP se substituído por redes de telecomunicações mais recentes como o 5G? A criticidade desta rede está esplanada no Decreto-Lei n.º 81-A/19, de 17 de junho [1], onde a mesma deixa de ser empresa privada e integrando o Sector Empresarial do Estado e vendo o seu papel na operacionalidade da rede reforçado, na medida em que dá suporte às comunicações de entidades críticas, tais como, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Autoridade Marítima Nacional (AMN), Direção Geral dos Serviços Prisionais (DGSP), EstadoMaior-General das Forças Armadas (EMGFA), Guarda Nacional Republicana (GNR), Polícia de Segurança Pública (PSP), Polícia Judiciária (PJ), Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). Sabemos que no território nacional têm ocorrido várias catástrofes, podendo-se destacar os incêndios de Pedrogão Grande, como aquele em que a rede SIRESP mais foi contestada na sua operacionalidade. Estes fenómenos catastróficos, devido às alterações climáticas, tendem a ser mais frequentes, o que torna ainda mais premente o debate e a análise do futuro da rede de emergência nacional. Pretende-se com esta dissertação realizar uma análise científica em duas dimensões. Na primeira, analisar os requisitos da rede SIRESP e perceber se os mesmos podem ser atendidos pela rede 5G, isto é, poderá o 5G substituir o Terrestrial Trunked Radio TETRA? Na segunda, validar os pressupostos através da aplicação do método de Monte Carlo, ou seja, verificar qual o nível de desempenho nos mais diversos cenários. Pretende-se, ainda, apresentar um olhar desprendido da rede SIRESP e, em particular, da norma TETRA que lhe dá suporte, em comparação com a rede 5G, procurando contribuir de forma positiva para o aperfeiçoamento da rede de emergência nacional. Por último, perspetivar o futuro e verificar o que poderá mudar com o 6G.pt_PT
dc.identifier.tid203418956pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/6724
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.subjectPMRpt_PT
dc.subjectSIRESPpt_PT
dc.subjectTETRApt_PT
dc.subject5Gpt_PT
dc.titleNo contexto português pode o 5G ser substituto do sistema Tetra?pt_PT
dc.typemaster thesispt_PT
dspace.entity.typePublicationen
thesis.degree.nameDissertação de mestrado em Engenharia Informática e de Telecomunicaçõespt_PT

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