As declinações da religião na modernidade

dc.contributor.authorGarcia, José Luís
dc.date.accessioned2015-06-22T16:35:16Z
dc.date.available2015-06-22T16:35:16Z
dc.date.issued2007
dc.description.abstractUm dos grandes teóricos políticos contemporâneos, Isaiah Berlin, escreveu sobre “o mais notável de todos os profetas do século XX”: “Saint-Simon é o introdutor daquilo que pode ser designado por reli-giões seculares – ou seja, a primeira pessoa a perceber que não podemos viver apenas da sabedoria tecnológica; que é necessário fazer algo para estimular os sentimentos, as emoções, os instintos religiosos da humanidade. É a primeira pessoa – não de forma calculista, porque o fez com grande entusiasmo e fervor, naturais dele – a inventar esse substituto para a religião, essa variante secularizada, humanizada, sem teologia, do cristianismo, do qual tantas versões começaram a circular no século XIX e depois – algo como a religião da humanidade de Kant; algo como todas as pseudo-religiões, todas as moralidades com o mais ténue aroma religioso, consideradas como um substituto, nos homens racionais, para a obscuridade teológica cegamente dogmática e anticientífica do passado.por
dc.identifier.isbn989-619-094-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1263
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2007/2007_4_1_5.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleAs declinações da religião na modernidadepor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2007 : Religiões e política mundialpor
dspace.entity.typePublicationen

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