A Iniciativa de Genebra: repartir e cooperar

dc.contributor.authorSafaneta, Marisa Abreu
dc.date.accessioned2015-11-23T15:46:26Z
dc.date.available2015-11-23T15:46:26Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractEm 12 de Outubro de 2003 é anunciada publicamente a conclusão das negociações do texto que viria a ser conhecido como Acordo de Genebra. Estas negociações, durante cerca de dois anos secretas, tomaram a designação de Iniciativa de Genebra e resultam do empenho de um jovem universitário suiço, Alexis Keller. Este, ao organizar uma conferência, em Outubro de 2001, com o tema “O que é a Paz Justa”, por ocasião do centenário da atribuição do prémio Nobel da Paz a Henry Dunant (fundador da Cruz Vermelha Internacional), conhece Yossi Beilin, ex-ministro da Justiça de Ehoud Barak e um dos oradores convidados para a conferência. Com ele, Keller inicia o processo que viria a dar origem à Iniciativa. Keller tinha a ambição de “organizar o oitavo dia das negociações de Taba”, ou seja, procurar reunir as condições necessárias para o retomar das negociações fracassadas de Janeiro de 2001, em Taba, no Egipto.por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1970
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_4_2_11.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA Iniciativa de Genebra: repartir e cooperarpor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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