Com as redes, o que ganham e perdem, hoje, os territórios

dc.contributor.authorAlves, Manuel Brandão
dc.date.accessioned2015-11-26T17:32:38Z
dc.date.available2015-11-26T17:32:38Z
dc.date.issued2000
dc.description.abstractDesde sempre que os povos e os territórios se encontraram na posição de dominadores, ou de dominados, em função da sua capacidade para manejarem as redes, isto é de exercerem a função de pescadores em vez da de peixes. Desde tempos imemoriais que as principais redes, através das quais povos e territórios mutuamente se influenciaram, foram as comerciais e as culturais; as de transporte apenas constituíram um simples instrumento de suporte. Esta influência conduziu tanto a grandes ondas de progresso humano e material (ver por ex. o caso da expansão do império romano) como ao desaparecimento de civilizações, ao aniquilamento físico de povos e à quase desertificação dos territórios em que viviam (e de que o mesmo império romano ainda constitui uma excelente referência).por
dc.identifier.isbn972-8179-30-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2104
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1999_2000/1999_2000_3_2_10.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleCom as redes, o que ganham e perdem, hoje, os territóriospor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 1999-2000 - Dinâmicas e tendências das relações externaspor
dspace.entity.typePublicationen

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