A mobilidade dos cérebros

dc.contributor.authorPeixoto, João
dc.date.accessioned2015-12-04T17:42:42Z
dc.date.available2015-12-04T17:42:42Z
dc.date.issued2001
dc.description.abstractNos estudos sobre migrações, a "mobilidade dos cérebros" não é um dos temas mais correntes. A razão é simples: face ao volume e variedade dos fluxos de mão-de-obra pouco ou medianamente qualificada, e perante os "problemas sociais" daí resultantes, pouca visibilidade resta para alguns — mesmo se significativos— movimentos de "cérebros". Podemos argumentar que este esquecimento é negativo. Por um lado, na nova economia do conhecimento — ou, mais genericamente, nas economias industriais ou pós-industriais baseadas na aplicação do conhecimento à prática (conversão da ciência em tecnologia) —, omitir a mobilidade do factor humano que mais directamente incorpora o conhecimento não parece razoável. Por outro lado, sabe-se que os "efeitos multiplicadores" da presença de agentes sociais de "topo" sobrelevam o seu peso quantitativo.por
dc.identifier.isbn972-8179-33-2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2223
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2001/2001_3_1_10.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA mobilidade dos cérebrospor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2001: actualidade das migraçõespor
dspace.entity.typePublicationen

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