A UE incapaz de rejeitar o duplo terrorismo israelita e palestiniano
Date
2003
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OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
Language
Portuguese
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Em lugar de se distanciar da escalada do “terrorismo de Estado”, pelo lado israelita, e da escalada de violência suicidária palestiniana, a UE refugiou-se na condenação formal de todas as formas de violência terrorista. A “ofensiva Sharon” suscitou repúdio em parte da opinião pública e poderes europeus, mas a ausência de uma atitude coerente e explícita face ao terrorismo suicidário palestiniano, expressa em sanções concretas dirigidas aos governos, organizações ou indivíduos que o promovem, não credibiliza a UE como parceira com capacidade para intervir nas negociações de paz.
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