A política externa do Vaticano de Bento XVI
| dc.contributor.author | Reis, Bruno Cardoso | |
| dc.date.accessioned | 2015-06-24T12:04:01Z | |
| dc.date.available | 2015-06-24T12:04:01Z | |
| dc.date.issued | 2007 | |
| dc.description.abstract | O cardeal Joseph Ratzinger foi eleito como 256.º papa em 19 de Abril de 2005. Sucede assim a João Paulo II, o carismático protagonista do segundo pontificado mais longo da História, o que não será tarefa fácil. Tanto mais que não sendo Ratzinger uma escolha inesperada nos meios romanos – o prelado alemão era apontado como um dos favoritos pelos «vaticanólogos» – teve, no entanto, um acolhimento ambíguo da opinião pública global (1). E isto, fundamentalmente, por duas razões. Por um lado, por Ratzinger ser o teólogo conservador responsável pela Congregação para a Doutrina da Fé – antes chamada de Santo Ofício – com uma função disciplinadora que tende a criar animosidade e um certo problema de imagem. Por outro lado, porque havia uma forte expectativa de ver um papa de fora da Europa, que reflectisse o peso crescente dos fiés não-europeus na Igreja Católica: por exemplo, a América Latina representa c.46% do total dos católicos face a cerca de 28% da Europa | por |
| dc.identifier.isbn | 989-619-094-1 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/1274 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa | por |
| dc.relation.publisherversion | http://janusonline.pt/2007/2007_4_3_9.html | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.title | A política externa do Vaticano de Bento XVI | por |
| dc.type | journal article | por |
| degois.publication.title | Janus 2007 : Religiões e política mundial | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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