Religiões e teorias das relações internacionais hoje
| dc.contributor.author | Reis, Bruno Cardoso | |
| dc.date.accessioned | 2015-06-22T16:31:18Z | |
| dc.date.available | 2015-06-22T16:31:18Z | |
| dc.date.issued | 2007 | |
| dc.description.abstract | As Relações Internacionais (RI) surgiram como uma disciplina explicitamente secularizada, limitada apenas ao período posterior à paz de Vestefália de 1648, precisamente porque nessa conferência de paz ter-se-ia estabelecido o princípio da exclusão do religioso da política internacional. Portanto, o estudo das RI nada deveria ter a ver com o estudo das religiões. Durante muito tempo esta noção não pareceu problemática pois os factos da vida internacional pós-1945, o período de afirmação das RI, pareciam confirmá-la. Mas uma série de acontecimentos vieram colocá-la em questão: a eleição de um papa polaco, João Paulo II, em 1978, e o seu protagonismo na fase final da Guerra Fria; a proclamação de uma República Islâmica no Irão, em 1979, com Khomeini como líder; e, nesse mesmo ano, o início da guerrilha islamista no Afeganistão em resposta à invasão soviética. A forma como a Guerra Fria acabou veio reforçar este questionamento, com a crise do comunismo, o principal movimento ateísta de massas, e a multiplicação de Estados em colapso, como resultado de conflitos identitários, por vezes com uma componente religiosa. | por |
| dc.identifier.isbn | 989-619-094-1 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/1262 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa | por |
| dc.relation.publisherversion | http://janusonline.pt/2007/2007_4_1_4.html | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.title | Religiões e teorias das relações internacionais hoje | por |
| dc.type | journal article | por |
| degois.publication.title | Janus 2007 : Religiões e política mundial | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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