A Comunidade de Sant’Egídio em Moçambique

dc.contributor.authorMoita, Madalena
dc.contributor.authorZuppi, Matteo
dc.date.accessioned2015-11-23T15:31:08Z
dc.date.available2015-11-23T15:31:08Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractA Comunidade de Sant’Egídio chegou a Moçambique em meados da década de 80, quando o país vivia já uma longa guerra civil que tinha rebentado poucos meses depois da sua independência formal, em Junho de 1975. A FRELIMO – Frente de Libertação de Moçambique –, movimento que tinha conduzido a luta, desde 1962, contra o “colonialismo português”, tinha garantido nos acordos de Lusaca, em Setembro de 1974, que o poder lhe seria concedido após nove meses de transição. Em Junho de 1975, Samora Machel torna-se o primeiro Presidente da República Popular de Moçambique, onde estabelece um regime marxista com base na centralização do poder estatal e na ruptura com as autoridades tradicionais, assim como com aquelas, como a Igreja Católica, que ficaram da herança colonial portuguesa. Um ano depois, os regimes de minoria branca das vizinhas Rodésia e África do Sul vão promover a criação de um Movimento de Resistência Moçambicana (mais tarde RENAMO), de forma a minar o Estado marxista recém-formado que apoiava as resistências negras, respectivamente a ZANU (União Nacional Africana do Zimbabué) de Robert Mugabe e o ANC (Congresso Nacional Africano) de Nelson Mandela.por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1960
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_4_2_7.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA Comunidade de Sant’Egídio em Moçambiquepor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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