Saúde e migrações na União Europeia (UE-27)

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2009

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Na União Europeia (UE-27) vivem mais de 25 milhões de estrangeiros (aproximadamente 6% do total de habitantes, 2004/2005). Mais de 70% destes (cerca de 18 milhões) tem origem em países fora da UE-15, particularmente de países do Leste e do Sudeste Europeu (Ucrânia, Rússia, Sérvia, Bósnia-Herzgovina, Albania e Turquia), e do Norte de África (Marrocos e Argélia) (MALHEIROS, et al , 2008). No entanto, a população imigrante apresenta uma grande diversidade de etnias e nacionalidades. Na região Ocidental da Europa, os países com maior capacidade de atracção de imigrantes eram tradicionalmente a Alemanha e o Reino Unido. Esta tendência alterou-se nos últimos anos; os países do Sul da Europa tornaram-se os países mais atractivos para a imigração. Em termos absolutos, a Espanha foi o país que recebeu mais imigrantes em 2004, seguido da Itália e do Reino Unido. A Alemanha continua a ser o país que mais recebe – é o maior país em termos populacionais – mas também tem perdido população, sendo o saldo inferior relativamente baixo face aos já referidos. Em termos relativos, são países pequenos, como Chipre, que apresentam taxas anuais de imigração mais elevadas. Portugal e Malta apresentam taxas anuais de imigração relativamente baixas. Portugal e a Irlanda passaram de países de emigração para países receptores de população imigrante.

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Saúde

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