A valoração do silêncio do arguido
Date
2014-10-07
Embargo
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Coadvisor
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Language
Portuguese
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Abstract
Nesta dissertação procuramos analisar como um sujeito processual, que nem sempre
assumiu este estatuto, vê garantido o respeito pelos mais básicos direitos fundamentais.
A prática de crimes perturba a paz jurídica e há que garantir os direitos fundamentais
de todos os cidadãos, e, ainda assim, descobrir a verdade e realizar justiça.
O arguido tem o direito a falar, se assim entender, e a esclarecer a sua versão dos fac
tos. Ou, então, tem o direito a manter-se em silêncio sem que tal possa prejudicá-lo.
Uma vez que o arguido não assume o estatuto de testemunha, as suas declarações têm
uma disciplina própria, consonante com as normas constitucionais.
Tal direito tem tido uma evolução histórica, que será analisada, de forma a que se pos
sa compreender o presente e tentar prever as evoluções futuras.
Há uma quebra do dever de colaboração? Que benefícios ou malefícios pode trazer
para a descoberta da verdade material?
E as novas alterações ao Código de Processo Penal, garantem ou não o direito ao si
lêncio?
São estas algumas das questões se surgem ao longo deste estudo e a que procuramos
dar resposta.
Keywords
silêncio, arguido, auto-incriminação, direitos fundamentais, inocência
Document Type
Master thesis
Publisher Version
Dataset
Citation
Identifiers
TID
201244748
Designation
Mestrado em Direito. Ciências Jurídico-Criminais
Access Type
Open Access