“Escola” ou “generalismo” – ecletismo ou tradição, uma opção inevitável
Date
2021-12
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CEACT/UAL
Language
Portuguese
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Em Maio de 85, um grupo de estudantes do 2º Ano do Curso de Arquitectura da ESBAP
quer agitar a rotina da vida escolar, propondo-se à abertura de um inquérito-roteiro,
orientado para a divulgaão do que fizeram e do que fazem arquitectos formados naquela
Escola. Ainda que o objectivo seja despertar e contribuir para o estudo, a reflexão de
uma ideia de arquitectura expressa na visão conjunta de um quadro significativo de
experiências, de tendências e de gerações, o projecto desvia-se e fixa-se na edição de
uma antologia de realizações recentes no conjunto de profissionais - Docentes no
Curso. Agora, pedem a alguns deles, escritos introdutórios, espécie de testemunhos
pessoais em que se relacionem tempos de formação, tempos de construção de uma
pedagogia e os seus reflexos na vida profissional.
No momento ou na distância dos factos e da experiência, um testemunho exprime-se
num diálogo artesanal entre o agir o pensar, de modo a reunir sinais de coisas passadas
e registos de coisas vividas ou bloqueadas, encontrando-lhes a ordem e o modo.
Eventualmente insiste neles, e vinca o seu valor de emergência no quotidiano da acção
colectiva - instrução da memória e do presente.
Keywords
Arquitetura portuguesa, Manuel Mendes, Porto, Teoria da arquitetura
Document Type
Journal article
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Open Access