Dar es Salaam: porto de paz

dc.contributor.authorBryceson, Deborah Fahy
dc.date.accessioned2015-06-17T12:10:05Z
dc.date.available2015-06-17T12:10:05Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractCom mais de três milhões de habitantes, Dar es Salaam espraia-se ao longo de uma área extensa do continente ao Oceano Índico. À excepção do magnífico porto natural e das praias de areia branca, Dar es Salaam parece-se com qualquer metróple africana, cuja população se agita numa azáfama constante pela sobrevivência. Embora não se possa vangloriar de uma herança arquitectónica ou histórica, a cidade tem uma vantagem sobre outras capitais do leste africano. Dar es Salaam tem-se mantido fiel ao seu nome, «porto de paz», pois não foi palco de violência política ou étnica como outras capitais durante o período pós-colonial (1). Esta paz contrasta com o elevado número de mortes em Kampala, no Uganda, na década de setenta, sob o governo de Idi Amin, com o genocídio em Kigali, no Ruanda, no início da década de noventa, e com a guerra entre clãs em Mogadíscio, de que resultaram inúmeras mortes e mutilações desde o seu início em 1991. A capital etíope, Addis Ababa, e a capital do Quénia, Nairobi, também foram, ao longo dos anos, palcos de violentos conflitos políticos durante protestos civis.por
dc.identifier.isbn978-989-619-176-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1213
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2009/2009_3_6_3.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleDar es Salaam: porto de pazpor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2009: Aliança de civilizações: um caminho possível ?por
dspace.entity.typePublicationen

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