Análise da adoção homoparental nos ordenamentos jurídicos brasileiro e português
Date
2016-11-15
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Portuguese
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Este estudo visou desencadear a lacuna de proteção a dois grupos, de um lado uma minoria
que há muito tem sido marginalizada e excluída dentro do ordenamento e de outro o ultraje da
lei em relação aos menores que chegam a passar a vida em uma instituição sem direito a um
lar. Com o surgimento da Constituição de 1988 e o desenvolvimento da definição de família
que aderiu a união estável em seu dispositivo, a Lei Maior deu margem ao reconhecimento da
instituição criada pelo afeto. Já era evidente o surgimento do núcleo familiar homossexual e
com isso é proveniente a vontade de formar uma família. Diante da impossibilidade biológica
os casais optam pela adoção, mas tem as portas da justiça fechadas pela deficiência de
normas. Buscou o presente estudo dar embasamento ao instituto da adoção diante aos
diplomas: Constituição Federal, Código Civil e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Por
meio da analogia e dos princípios que conduzem a lei maior, os tribunais abrem as portas para
as primeiras decisões embasando as razões pelas quais não há argumentos possíveis a
oposição do instituto. Portanto se utilizou da concepção máxima da adoção, o supremo
interesse da criança. Assim fez uma comparação entre os direitos fundamentais relacionados à
dignidade da pessoa humana e o direito de uma criança ter um lar.
Keywords
Família, Adoção homoparental, Princípios constitucionais, Possibilidade jurídica
Document Type
Master thesis
Publisher Version
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Citation
Identifiers
TID
201282909
Designation
Mestrado em Direito. Especialidade em Ciências Jurídicas
Access Type
Open Access