Resta-nos a Cultura, Claro

dc.contributor.authorCoelho, Eduardo Prado
dc.date.accessioned2016-01-08T15:27:31Z
dc.date.available2016-01-08T15:27:31Z
dc.date.issued1997
dc.description.abstract1. Solicitado a reflectir sobre Portugal, a sua forma de estar no mundo de hoje, a sua eventual imagem no mundo, o modo contemporâneo de ser português, e as modas desse modo, começo por recorrer à minha própria experiência, a mais recente, e percorrer de novo as primeiras impressões de quem entra em terra portuguesa vindo de carro e acaba de passar a quase invisível fronteira de Vilar Formoso. A sensação inicial é a de que o risco de morte aumentou: a condução dos carros de matrícula portuguesa é genericamente muito mais perigosa, evidenciando não apenas imperícia como uma assinalável falta de civismo. Afinal, a mensagem aterradora das estatísticas pode ser empiricamente confirmada. Sucede ainda que nos é proposta uma estrada de nome IP5, que, pelo seu traçado, parece um permanente desafio à competência e ao sangue-frio dos condutores.por
dc.identifier.isbn972-8179-13-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2404
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1997/1997_3_27.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleResta-nos a Cultura, Claropor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 1997: as relações exteriorespor
dspace.entity.typePublicationen

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