Teoria clássica e o equilíbrio de pleno emprego
Date
2016
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Universidade Autónoma de Lisboa. CARS – Centro de Análise Económica de Regulação Social
Language
Portuguese
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O termo “clássicos” foi utilizado por Keynes para se referir aos economistas dos
séculos XVIII e XIX e princípios do século XX, no seguimento da obra “Riqueza das
Nações” de Adam Smith, publicada em 1736.
A “revolução” dos clássicos
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seguiu-se às doutrinas mercantilistas, que vigoraram
durante várias centenas de anos, e que tinham por base da riqueza das nações, entre
outros factores, o metalismo (bulionismo), ou seja, a consideração de que era a posse
de metais preciosos, sobretudo o ouro e a prata, que fundamentava a riqueza e poder
das nações.
A doutrina mercantilista implicou o desenvolvimento de políticas proteccionistas
consubstanciadas na imposição de impostos aduaneiros às importações e atribuição
de subsídios às exportações, decorrente uma intensa intervenção do Estado na
economia, de modo a obter-se um saldo positivo da balança de transacções correntes.
Keywords
Economia, teoria clássica, emprego
Document Type
Working paper
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Open Access