Grandes inflexões da política externa

dc.contributor.authorAmorim, Fernando
dc.date.accessioned2015-11-20T17:47:13Z
dc.date.available2015-11-20T17:47:13Z
dc.date.issued2002
dc.description.abstractLonge do desajustado empolamento messiânico e bandarrista que vira no “Império”sustentáculo da Portugalidade como comunidade de vida, com força autónoma, desligada,em absoluto, das outras comunidades e com virtualidades bastantes para dissuadiras cobiças alheias, serviu a política externa portuguesa, assente, secularmente,numa tendência dupla hispânica e ultramarina, uma estratégia de consolidaçãoda nossa individualidade no contexto peninsular e da Europa. Naquela se enquadroua independência (1143) querida pelos portugueses, mas consentida pelos outros,à luz de um equilíbrio internacional de forças. A inflexão introduzida nestatendência longa, traduzida no desfecho das guerras fernandinas (Salvaterra deMagos e integração no bloco franco-castelhano da Guerra dos 100 Anos, 02.04.1383)conduziu a uma crise política e de sentimento nacional que culminou na aclamaçãode João I (1385-1433), no advento de uma nova dinastia (Avis, 1385-1580) e nareafirmação da aliança luso-britânica (Windsor, 09.05.1386).por
dc.identifier.isbn972-8179-42-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1941
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2002/2002_3_1_2.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleGrandes inflexões da política externapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2002: a política externa portuguesapor
dspace.entity.typePublicationen

Files

Original bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Name:
artigo_janus2002_3_1_2.doc
Size:
199.5 KB
Format:
Microsoft Word