A Índia e a iniciativa quadrilateral

dc.contributor.authorXavier, Constantino
dc.date.accessioned2015-06-04T15:08:41Z
dc.date.available2015-06-04T15:08:41Z
dc.date.issued2008
dc.description.abstractCom o degelo da Guerra Fria e a desagregação do Movimento Não-Alinhado, a Índia procura expandir o seu horizonte estratégico para além do rival Paquistão e da Ásia do Sul. Por outro lado, a crescente importância económica e geoestratégica da Ásia, em particular a ascensão da China, obriga a novos equilíbrios de poder e à procura de soluções multilaterais que visem a estabilidade e segurança do continente. É neste contexto que emerge a possibilidade de a Índia integrar o projecto embrionário de uma comunidade, parceria ou aliança das democracias na Ásia ou, na sua versão japonesa, um “arco de liberdade e prosperidade”. Subjacente aos seus objectivos de promoção dos princípios da economia de mercado, dos direitos humanos e da democracia liberal está, no entanto, a preocupação em conter e gerir a expansão da China. Com a inclusão da Índia, em Maio de 2007, na Iniciativa Quadrilateral (IQ) composta pelos EUA, Índia, Austrália e Japão, surgiu uma importante interrogação: para onde irá pender a incógnita Índia no complexo de segurança asiático? Deixar-se-á converter ao “eixo democrático” ou a uma “NATO asiática”, fomentando assim uma ruptura continental com a China?por
dc.identifier.isbn978-989-619-135-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1130
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2008/2008_1_9.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA Índia e a iniciativa quadrilateralpor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2008 - O que está a mudar no trabalho humanopor
dspace.entity.typePublicationen

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