O IDE em Portugal e as exportações portuguesas

dc.contributor.authorMoreno, Conceição
dc.date.accessioned2015-07-23T11:32:35Z
dc.date.available2015-07-23T11:32:35Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractDe forma principal na segunda metade da década de 90 assistiu-se a uma forte dinâmica dos fluxos de comércio internacional, traduzido num crescimento significativo dos fluxos de IDE a nível mundial (31% ao ano entre 1995 e 2000) face à evolução do comércio internacional (8,3%) e do PIB (3,1%). A União Europeia, fruto do processo de aprofundamento da União Económica e Monetária, apresenta-se como o espaço regional mais dinâmico. A capacidade de Portugal em atrair investimento estrangeiro era, em 2000, sensivelmente igual ao seu peso relativo no produto e nas exportações mundiais (1,31 e 1,01, respectivamente), observando uma dinâmica de atracção inferior à média da UE15 (1). Por outro lado, cerca de 3/4 dos fluxos de investimento estrangeiro têm por origem a UE15, tal como acontece relativamente aos fluxos comerciais. Embora positiva a evolução na última década do stock de investimento estrangeiro no PIB (26% em 2000), esta foi inferior à verificada em países como a Irlanda e a Holanda (58% e 64%, respectivamente), mas semelhante à da Espanha e Alemanha.por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1623
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_2_5.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleO IDE em Portugal e as exportações portuguesaspor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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