Destinos do império: da construção ao apogeu e à decadência

dc.contributor.authorOliveira, Aurélio de
dc.date.accessioned2015-11-24T12:37:09Z
dc.date.available2015-11-24T12:37:09Z
dc.date.issued2000
dc.description.abstractA primeira construção do Império Lusitano é uma construção quatrocentista. Ficaria materializada na realidade arquitectada e montada por D. João II. Poderá consubstanciar-se no mare clausum justificado e assente – nas próprias palavras do monarca – em três pilares fundamentais: guerra, justiça e fazenda – informadores de outros grandes conceitos e práticas políticas operativas: Conquista, Navegação eComércio, que, aliás, se volveriam nas matrizes mais determinantes da identidade nacional. Não estamos ainda dentro do que habitualmente é definido e do que corresponde à plena concretização do Império, coincidente com as Descobertas e Conquistas do Século XVI e com a acoplagem do Império Português do Oriente. Mas estamos perante a efectiva realidade do Primeiro Império Ultramarino português e do primeiro Império Moderno Europeu.por
dc.identifier.isbn972-8179-30-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2038
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1999_2000/1999_2000_1_26.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleDestinos do império: da construção ao apogeu e à decadênciapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 1999-2000 - Dinâmicas e tendências das relações externaspor
dspace.entity.typePublicationen

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