Novas coordenadas da política externa portuguesa
Date
2012
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Coadvisor
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OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
A POLÍTICA EXTERNA PORTUGUESA não
é favorecida por repentinas mudanças de
rumo ou de velocidade. Somos um país antigo,
com uma política externa muito consolidada,
e com uma presença e imagem
internacionais amplamente reconhecíveis e
reconhecidas. Além disso, estamos solidamente
ancorados em importantes institui-
ções internacionais: a União Europeia (UE)
que apesar das actuais vicissitudes, é testemunho
de um longo e inovador processo
de integração; a relação transatlântica, e
em particular a Organização do Tratado do
Atlântico Norte (NATO), que terá encontrado,
aqui em Lisboa, um rumo para os próximos
anos; e estamos também na Comunidade
dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
e na Comunidade Ibero-Americana (CIB),
ambas instituições numa trajectória de consolidação,
cristalização e aprofundamento,
para a qual contribuímos de forma activa
e sustentada. Além disso, acabámos de ser
eleitos para o Conselho de Segurança das
Nações Unidas, numa disputa em que fi cá-
mos a apenas seis votos da poderosa Alemanha
e derrotámos por uma margem folgada
outro país G8, o Canadá.
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