Participação portuguesa em exercícios e operações conjuntas

dc.contributor.authorDomingues, João Marco
dc.date.accessioned2015-12-29T15:46:29Z
dc.date.available2015-12-29T15:46:29Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractCom as mutações geradas pelo fim da Guerra Fria, o conceito de acção militar foi alvo de alguns reajustamentos em diversas áreas e mais precisamente nas missões da Forças Armadas em tempo de paz, crise e guerra. Tornou-se evidente que as estratégias defendidas até 1989 que visavam, grosso modo, uma defesa territorial com grandes dispositivos previamente posicionados e a inserção em alianças bipolarizadas rígidas, tiveram de ceder lugar à necessidade de poder enfrentar riscos que, sendo seguramente menos imediatos são, de acordo com o novo Conceito Estratégico publicado na Cimeira de Roma da NATO em 1991, "imprevisíveis e multidireccionais" e geograficamente difusos.por
dc.identifier.isbn972-8129-27-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2318
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1998fa/1998fa_3_7.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleParticipação portuguesa em exercícios e operações conjuntaspor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 1998: suplemento: as Forças Armadas Portuguesaspor
dspace.entity.typePublicationen

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