BREXIT: o chá das cinco serve-se em Bruxelas à mesa das negociações

dc.contributor.authorXavier, Ana Isabel
dc.date.accessioned2018-03-20T16:07:39Z
dc.date.available2018-03-20T16:07:39Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractA 23 de Janeiro de 2013 David Cameron faz uma promessa: se saísse vencedor das eleições de 2015 referendaria a permanência do Reino Unido na União Europeia. A promessa não só foi cumprida como politicamente legitimada por uma maioria absoluta. Mais tarde, diria também que, caso perdesse o referendo, não abandonaria Downing Street e acionaria de imediato o art. 50 do Tratado de Lisboa, responsabilizando-se direta e pessoalmente pelas negociações com as instituições europeias. Cameron sabia que 90% dos 222 representantes do partido na Câmara dos Comuns eram a favor da permanência na União Europeia e sempre contou que, no final do dia, os eleitores cedessem aos seus apelos, mesmo que tímidos, do Reino Unido não abandonar o projeto europeu.por
dc.identifier.isbn978-989-8191-72-4
dc.identifier.issn2183-4814
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/3524
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/images/anuario2017/1.11_AnaIsabelXavier_Brexit.pdfpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectBrexitpor
dc.subjectUnião Europeiapor
dc.subjectNegociaçãopor
dc.titleBREXIT: o chá das cinco serve-se em Bruxelas à mesa das negociaçõespor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJanus 2017- A comunicação mundializadapor
dspace.entity.typePublicationen

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