Há alternativas para a política externa?

dc.contributor.authorPureza, José Manuel
dc.date.accessioned2015-04-28T11:40:22Z
dc.date.available2015-04-28T11:40:22Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractEM PORTUGAL como na generalidade dos países da União Europeia, a política externa é tida normalmente como um campo de grandes consensos, onde não têm lugar os debates ideológicos que marcam contrastes noutras áreas das políticas públicas. Esta ausência de disputa é invariavelmente fundamentada na “diferente natureza” da política externa, assumida como “política de Estado”, como tal subtraída à luta partidária e até à disputa ideológica. Esta visão das coisas exprime, na linguagem política do dia-a-dia, a noção de que a política externa não pode ser outra coisa senão a estratégia de maximização do interesse nacional no relacionamento internacional do Estado.por
dc.identifier.isbn978-989-619-221-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/957
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/popups2011_2012/2011_2012_3_3_13.pdfpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleHá alternativas para a política externa?por
dc.typejournal articlepor
degois.publication.firstPage164por
degois.publication.lastPage165por
degois.publication.titleJANUS 2011-2012 - Portugal num mundo em mudançaspor
dspace.entity.typePublicationen

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