A Rússia e a defesa antimíssil americana

dc.contributor.authorEugénio, António
dc.date.accessioned2015-06-04T11:15:32Z
dc.date.available2015-06-04T11:15:32Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractUma arma absoluta merece uma defesa absoluta. Infelizmente, nenhuma delas existe. O caso é mais grave quando a questão envolve apenas as duas [únicas, por enquanto] superpotências nucleares: os Estados Unidos da América (EUA) e a Federação Russa, herdeira da cultura estratégica da defunta União Soviética (1) (URSS). Razões estratégicas, de uma ordem profunda, perene e inultrapassável, convocam-nos para uma meditação prudente, uma vez que o fim da Guerra Fria não acabou com a competição entre estes dois países. Contrariando as expectativas de alguns, as linhas de continuidade oposicionista aí estão para nos mostrar que talvez John Mearsheimer tivesse razão quando, em 1990, escrevia, num artigo da “The Atlantic Monthly”, que em breve iríamos ter saudades da Guerra Friapor
dc.identifier.isbn978-989-619-176-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1091
dc.language.isoporpor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2009/2009_1_12.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA Rússia e a defesa antimíssil americanapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2009: Aliança de civilizações: um caminho possível ?por
dspace.entity.typePublicationen

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