Escutas telefónicas - o que não muda com a reforma

dc.contributor.authorMata-Mouros, Maria de Fátima
dc.date.accessioned2023-05-02T14:16:07Z
dc.date.available2023-05-02T14:16:07Z
dc.date.issued2007
dc.description.abstractAs más leis nem sempre podem ser desculpa para as más práticasjudiciais.»Li esta frase num artigo de opinião da autoria de Vital Moreira, no jornal Público já há cerca de três anos, mas não mais a esqueci, pela sua pertinência. Durante muito tempo estive real mente convencida de que grande parte da incompreensão perante as decisões dos tribunais em sede criminal tinha a sua origem em práticas erradas. Práticas que podiam e deviam ser melhoradas. O estudo de ordenamentosjurídicos que serviram de modelo ao nos so e a oportunidade de conhecer também um pouco da realidade da sua aplicação prática, os problemas com que se defrontam e as incessantes vias encetadas para tentar eliminá-los, proporcionou-me um olhar mais esclarecido sobre o fenómeno.pt_PT
dc.identifier.issn0873-495X
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/6353
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherEdiualpt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.subjectDireitopt_PT
dc.subjectEscutas Telefónicaspt_PT
dc.titleEscutas telefónicas - o que não muda com a reformapt_PT
dc.typejournal articlept_PT
degois.publication.firstPage279pt_PT
degois.publication.lastPage310pt_PT
degois.publication.locationLisboapt_PT
degois.publication.titleGalileu: revista de economia e direitopt_PT
degois.publication.volumeVol. XII, n.° 2/ XIII, n.° 1pt_PT
dspace.entity.typePublicationen

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