Do trabalho feliz como novo Graal e utopia positiva

dc.contributor.authorMendes, João Maria
dc.date.accessioned2015-07-02T11:54:06Z
dc.date.available2015-07-02T11:54:06Z
dc.date.issued2008
dc.description.abstractAs alterações na estrutura profunda do mundo do trabalho mudam o estado das sociedades e têm sido historicamente percepcionadas como movimentos basculantes que ameaçam ou subvertem o estatuto da própria vida humana. Exemplo desta percepção são as descrições do trabalho operário na primeira metade do séc. XIX, dando conta de um cenário de catástrofe social : Recorda Robert Owen, fundador de New Harmony, na sua autobiografia : “Em 1815... eu tinha uma experiência de 25 anos na indústria... que me permitia formar um juízo exacto sobre a situação das crianças e operários que nela trabalhavam e se tinham tornado escravos das novas potências mecânicas. A escravatura branca nas manufacturas [inglesas] era, nessa época de inteira liberdade, mil vezes pior que nas casas de escravos que vi nas Índias e nos Estados Unidos”.por
dc.identifier.isbn978-989-619-135-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1332
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2008/2008_4_1_2.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleDo trabalho feliz como novo Graal e utopia positivapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2008 - O que está a mudar no trabalho humanopor
dspace.entity.typePublicationen

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